DICA DE CONCORDÂNCIA
Concordância Verbal com os pronomes QUE e QUEM:
1a) Quando o sujeito é o pronome relativo “QUE”, a concordância se faz obrigatoriamente com o antecedente (=palavra que está antes do pronome QUE): “Fui eu que falei”; “Foi ele que falou”; “Fomos nós que falamos”.
2a) Quando o sujeito é o pronome relativo “QUEM”, a concordância se faz normalmente na 3ª pessoa do singular: “Fui eu QUEM RESOLVEU o caso”; “Na verdade, são vocês QUEM DECIDIRÁ a data”.
Observe que, se invertermos a ordem, não haverá dúvida alguma: “QUEM RESOLVEU o caso fui eu”; “QUEM DECIDIRÁ a data são vocês”.
Embora pouco usual, não é considerado erro o fato de o verbo concordar com o pronome que antecede o QUEM: “Fomos nós quem RESOLVEMOS o caso.” “Não sou eu quem DESCREVO.”
Observação: quando não houver o pronome QUE, o verbo deverá obrigatoriamente concordar com o núcleo do sujeito (=pronome que está antes da preposição “de”): “UM dos casais já TINHA mais de vinte anos de vida em comum.” “NENHUM de nós dois PÔDE comparecer ao encontro.” “ALGUÉM da equipe RESOLVEU o problema.” “QUAL de vocês CHEGOU em primeiro?” “QUEM dentre nós ESTÁ DISPOSTO a sair?” “MUITOS de nós LERAM o livro.” Nesse caso poderíamos usar “Muitos de nós LEMOS o livro”, se quiséssemos subentender a ideia de “eu também”.
Fonte: Professor Sergio Nogueira
sexta-feira, 10 de maio de 2013
quinta-feira, 9 de maio de 2013
DICAS DE PORTUGUÊS: QUANDO SE DEVE USAR CRASE DIANTE DE NOMES DE LUGAR
DICAS DE PORTUGUÊS
QUANDO SE DEVE USAR CRASE DIANTE DE NOMES DE LUGAR
Vou à Brasília? Vou a ou à Bahia?
O certo é: “Vou a Brasília” e “Vou à Bahia”.
Por que só ocorre crase no segundo caso?
Quando vamos, sempre vamos a algum lugar. O verbo IR pede a preposição “a”. O problema é que o nome do lugar aonde vamos às vezes vem antecedido de artigo definido “a”, às vezes não.
Enquanto Brasília não admite artigo definido, a Bahia é antecedida do artigo definido “a”. Isso significa que você “VAI À BAHIA” (=preposição “a” do verbo IR + artigo definido “a” que antecede a Bahia) e que você “VAI A BRASÍLIA” (=sem crase, porque só há a preposição “a” do verbo IR).
Se você quer saber com mais rapidez se deve IR À ou A algum lugar (com ou sem o acento da crase), use o seguinte “macete”:
Antes de IR, VOLTE.
Se você volta “DA”, significa que há artigo: você vai “À”;
Se você volta “DE”, significa que não há artigo: você vai “A”.
Exemplos:
“Você volta DA Bahia” > “Você vai à Bahia.”
“Você volta DE Brasília” > “Você vai a Brasília.”
Vamos testar o “macete” em outros exemplos:
“Vou à China.” (=volto DA China)
“Vou a Israel.” (=volto DE Israel)
“Vou à Paraíba.” (=volto DA Paraíba)
“Vou a Goiás.” (=volto DE Goiás)
“Vou a Curitiba.” (=volto DE Curitiba)
“Vou à progressista Curitiba.” (=volto DA progressista Curitiba)
“Vou à Barra da Tijuca.” (=volto DA Barra da Tijuca)
“Vou a Botafogo.” (=volto DE Botafogo)
No Rio de Janeiro, a linha 1 do nosso metrô é bem interessante: só ocorre crase num caso:
“Vou à Tijuca.” (=volto DA Tijuca);
“Vou a Ipanema.” (=volto DE Ipanema).
É importante lembrar que este “macete” não se aplica a todos os casos de crase. Na verdade, ele resolve o problema das “viagens”: IR à ou a, DIRIGIR-SE à ou a, VIAJAR à ou a, CHEGAR à ou a …
Vamos testar o “macete”.
“Uma estrada liga a Suíça a Itália; outra liga a Espanha a Portugal.”
Em que “estrada” ocorre crase?
Você acertou se respondeu a primeira. Por quê?
Porque só há artigo definido antes da Itália. Observe o “macete”: “volto DA Itália” e “volto DE Portugal”. Portanto: “Uma estrada liga a Suíça à Itália; outra liga a Espanha a Portugal.”
Vou à ou a Roma? Vou à ou a antiga Roma?
O certo é: “Vou a Roma” e “Vou à antiga Roma”.
Podemos usar o “macete” do verbo VOLTAR:
“Volto DE Roma” e “Volto DA antiga Roma”.
Observe que não há artigo antes de Roma. O artigo aparece se houver um adjetivo ou termo equivalente:
“Vou a Paris.” (=volto DE Paris)
“Vou à Paris dos meus sonhos.” (=volto DA Paris dos meus sonhos)
“Vou a Porto Alegre.” (=volto DE Porto Alegre)
“Vou à bela Porto Alegre.” (=volto DA bela Porto Alegre)
“Vou a Londres.” (=volto DE Londres)
“Vou à Londres do Big Ben.” (=volto DA Londres do Big Ben)
QUANDO SE DEVE USAR CRASE DIANTE DE NOMES DE LUGAR
Vou à Brasília? Vou a ou à Bahia?
O certo é: “Vou a Brasília” e “Vou à Bahia”.
Por que só ocorre crase no segundo caso?
Quando vamos, sempre vamos a algum lugar. O verbo IR pede a preposição “a”. O problema é que o nome do lugar aonde vamos às vezes vem antecedido de artigo definido “a”, às vezes não.
Enquanto Brasília não admite artigo definido, a Bahia é antecedida do artigo definido “a”. Isso significa que você “VAI À BAHIA” (=preposição “a” do verbo IR + artigo definido “a” que antecede a Bahia) e que você “VAI A BRASÍLIA” (=sem crase, porque só há a preposição “a” do verbo IR).
Se você quer saber com mais rapidez se deve IR À ou A algum lugar (com ou sem o acento da crase), use o seguinte “macete”:
Antes de IR, VOLTE.
Se você volta “DA”, significa que há artigo: você vai “À”;
Se você volta “DE”, significa que não há artigo: você vai “A”.
Exemplos:
“Você volta DA Bahia” > “Você vai à Bahia.”
“Você volta DE Brasília” > “Você vai a Brasília.”
Vamos testar o “macete” em outros exemplos:
“Vou à China.” (=volto DA China)
“Vou a Israel.” (=volto DE Israel)
“Vou à Paraíba.” (=volto DA Paraíba)
“Vou a Goiás.” (=volto DE Goiás)
“Vou a Curitiba.” (=volto DE Curitiba)
“Vou à progressista Curitiba.” (=volto DA progressista Curitiba)
“Vou à Barra da Tijuca.” (=volto DA Barra da Tijuca)
“Vou a Botafogo.” (=volto DE Botafogo)
No Rio de Janeiro, a linha 1 do nosso metrô é bem interessante: só ocorre crase num caso:
“Vou à Tijuca.” (=volto DA Tijuca);
“Vou a Ipanema.” (=volto DE Ipanema).
É importante lembrar que este “macete” não se aplica a todos os casos de crase. Na verdade, ele resolve o problema das “viagens”: IR à ou a, DIRIGIR-SE à ou a, VIAJAR à ou a, CHEGAR à ou a …
Vamos testar o “macete”.
“Uma estrada liga a Suíça a Itália; outra liga a Espanha a Portugal.”
Em que “estrada” ocorre crase?
Você acertou se respondeu a primeira. Por quê?
Porque só há artigo definido antes da Itália. Observe o “macete”: “volto DA Itália” e “volto DE Portugal”. Portanto: “Uma estrada liga a Suíça à Itália; outra liga a Espanha a Portugal.”
Vou à ou a Roma? Vou à ou a antiga Roma?
O certo é: “Vou a Roma” e “Vou à antiga Roma”.
Podemos usar o “macete” do verbo VOLTAR:
“Volto DE Roma” e “Volto DA antiga Roma”.
Observe que não há artigo antes de Roma. O artigo aparece se houver um adjetivo ou termo equivalente:
“Vou a Paris.” (=volto DE Paris)
“Vou à Paris dos meus sonhos.” (=volto DA Paris dos meus sonhos)
“Vou a Porto Alegre.” (=volto DE Porto Alegre)
“Vou à bela Porto Alegre.” (=volto DA bela Porto Alegre)
“Vou a Londres.” (=volto DE Londres)
“Vou à Londres do Big Ben.” (=volto DA Londres do Big Ben)
quarta-feira, 8 de maio de 2013
DICAS DE PORTUGUÊS: DIFERENÇA ENTRE "MAU" E "MAL"
DIFERENÇA ENTRE "MAU" E "MAL"
Numa de suas provas, a FUVEST, que faz o vestibular da USP, Universidade de São Paulo, pediu aos alunos que escrevessem três frases com a palavra "mal". Mas era necessário usar os três valores gramaticais da palavra "mal".
Todo mundo se lembra imediatamente de dois desses valores.
"Mal" pode ser advérbio, como ocorre na frase:
Aquele jogador joga mal em que "mal" designa o modo como alguém joga.
"Mal" também pode ser substantivo: Nunca pratique o
mal; pratique sempre o bem.
E o terceiro valor gramatical da palavra "mal"? É o de conjunção indicativa de tempo e equivalendo a "logo que", "assim que", "imediatamente depois que":
Assim que você saiu
Logo que você saiu
Mal você saiu, ela chegou
Esse "mal" se escreve com "l" e é conjunção.
Outra dúvida em relação a essa palavrinha diz respeito a sua grafia. Isso ocorre porque também existe "mau", com "u".
Para resolver essa questão, há uma dica muito útil:
"mau" com "u" se opõe a "bom"; " mal" com "l" se opõe a "bem".
Fulano joga bem. Fulano joga mal. Fulano é bom jogador. Fulano é
mau jogador.
Caso você esqueça quem é o contrário de quem, coloque em ordem alfabética: "mal" vem antes de "mau" e "bem" vem antes de "bom". Pronto: está resolvido o assunto.
Fonte: Professor Pasquale
Numa de suas provas, a FUVEST, que faz o vestibular da USP, Universidade de São Paulo, pediu aos alunos que escrevessem três frases com a palavra "mal". Mas era necessário usar os três valores gramaticais da palavra "mal".
Todo mundo se lembra imediatamente de dois desses valores.
"Mal" pode ser advérbio, como ocorre na frase:
Aquele jogador joga mal em que "mal" designa o modo como alguém joga.
"Mal" também pode ser substantivo: Nunca pratique o
mal; pratique sempre o bem.
E o terceiro valor gramatical da palavra "mal"? É o de conjunção indicativa de tempo e equivalendo a "logo que", "assim que", "imediatamente depois que":
Assim que você saiu
Logo que você saiu
Mal você saiu, ela chegou
Esse "mal" se escreve com "l" e é conjunção.
Outra dúvida em relação a essa palavrinha diz respeito a sua grafia. Isso ocorre porque também existe "mau", com "u".
Para resolver essa questão, há uma dica muito útil:
"mau" com "u" se opõe a "bom"; " mal" com "l" se opõe a "bem".
Fulano joga bem. Fulano joga mal. Fulano é bom jogador. Fulano é
mau jogador.
Caso você esqueça quem é o contrário de quem, coloque em ordem alfabética: "mal" vem antes de "mau" e "bem" vem antes de "bom". Pronto: está resolvido o assunto.
Fonte: Professor Pasquale
terça-feira, 7 de maio de 2013
DICAS DE PORTUGUÊS: VERBOS HAVER E EXISTIR
DICA DE CONCORDÂNCIA
Com os verbos HAVER e EXISTIR:
1. O verbo HAVER, no sentido de “existir”, “ocorrer” ou “tempo decorrido”, é IMPESSOAL (=sem sujeito); por isso só deve ser usado no SINGULAR:
“Nesta competição não HÁ titulares ou reservas.” (=existem)
“Já HOUVE vários acidentes nesta curva.” (=ocorreram, aconteceram)
“HAVIA meses que não nos víamos.” (=tempo decorrido)
“Mas se não HOUVESSE projetos de lei para a Imprensa.”
“Desfez o mito da época em que não HAVIA condições técnicas.”
No presente do indicativo, ninguém erra. Ninguém diria: “Hão muitas pessoas na reunião”. A dúvida só existe quando o verbo está no pretérito ou no futuro: “No próximo concurso HAVERÁ ou HAVERÃO muitos candidatos?” O certo é “HAVERÁ muitos candidatos”. A regra não muda. É a mesma regra: esteja o verbo no presente, pretérito ou futuro. O erro mais grosseiro é o “famoso” houveram. É o caso da manchete de jornal: “Houveram vários crimes na Baixada”. Com certeza o primeiro crime foi contra a língua portuguesa.
Esta regra se aplica também às locuções verbais:
“DEVE HAVER muitas pessoas na reunião.” (=devem existir)
“PODERIA TER HAVIDO alguns incidentes.” (=poderiam ter ocorrido)
“PODE HAVER várias especulações.”
Nas locuções verbais, o verbo principal é sempre o último; os demais são verbos auxiliares. Se o verbo principal for impessoal (=sujeito inexistente), o verbo auxiliar fica no SINGULAR.
2. O verbo EXISTIR é pessoal (=com sujeito) e deve concordar com o seu sujeito:
“EXISTEM no Brasil dois tipos de caipiras.” (=sujeito plural)
“Na Polícia Federal não EXISTEM fotos dos traficantes.”
“Ainda PODEM EXISTIR dúvidas para serem resolvidas.”
Os verbos OCORRER e ACONTECER também são pessoais:
“Nesta rua, já ACONTECERAM muitos acidentes.” (=sujeito plural)
“Neste julgamento, PODEM OCORRER algumas injustiças.”
Observação: O verbo HAVER pode ser usado no plural, desde que não tenha o sentido “existir”, “ocorrer” ou “tempo decorrido”:
“Os professores HOUVERAM por bem adiar as provas.” (=decidiram)
“Os alunos se HOUVERAM bem na defesa de tese.” (=se apresentaram, “se deram”, “se saíram”)
Fonte: Professor Sérgio Nogueira
Com os verbos HAVER e EXISTIR:
1. O verbo HAVER, no sentido de “existir”, “ocorrer” ou “tempo decorrido”, é IMPESSOAL (=sem sujeito); por isso só deve ser usado no SINGULAR:
“Nesta competição não HÁ titulares ou reservas.” (=existem)
“Já HOUVE vários acidentes nesta curva.” (=ocorreram, aconteceram)
“HAVIA meses que não nos víamos.” (=tempo decorrido)
“Mas se não HOUVESSE projetos de lei para a Imprensa.”
“Desfez o mito da época em que não HAVIA condições técnicas.”
No presente do indicativo, ninguém erra. Ninguém diria: “Hão muitas pessoas na reunião”. A dúvida só existe quando o verbo está no pretérito ou no futuro: “No próximo concurso HAVERÁ ou HAVERÃO muitos candidatos?” O certo é “HAVERÁ muitos candidatos”. A regra não muda. É a mesma regra: esteja o verbo no presente, pretérito ou futuro. O erro mais grosseiro é o “famoso” houveram. É o caso da manchete de jornal: “Houveram vários crimes na Baixada”. Com certeza o primeiro crime foi contra a língua portuguesa.
Esta regra se aplica também às locuções verbais:
“DEVE HAVER muitas pessoas na reunião.” (=devem existir)
“PODERIA TER HAVIDO alguns incidentes.” (=poderiam ter ocorrido)
“PODE HAVER várias especulações.”
Nas locuções verbais, o verbo principal é sempre o último; os demais são verbos auxiliares. Se o verbo principal for impessoal (=sujeito inexistente), o verbo auxiliar fica no SINGULAR.
2. O verbo EXISTIR é pessoal (=com sujeito) e deve concordar com o seu sujeito:
“EXISTEM no Brasil dois tipos de caipiras.” (=sujeito plural)
“Na Polícia Federal não EXISTEM fotos dos traficantes.”
“Ainda PODEM EXISTIR dúvidas para serem resolvidas.”
Os verbos OCORRER e ACONTECER também são pessoais:
“Nesta rua, já ACONTECERAM muitos acidentes.” (=sujeito plural)
“Neste julgamento, PODEM OCORRER algumas injustiças.”
Observação: O verbo HAVER pode ser usado no plural, desde que não tenha o sentido “existir”, “ocorrer” ou “tempo decorrido”:
“Os professores HOUVERAM por bem adiar as provas.” (=decidiram)
“Os alunos se HOUVERAM bem na defesa de tese.” (=se apresentaram, “se deram”, “se saíram”)
Fonte: Professor Sérgio Nogueira
PROMOÇÕES VICIADOS EM LIVROS NO AR!
Como tem promoções novas, resolvi fazer aquele resumão pra vocês.
TEM LIVRO NOVO NA ÁREA!
Pode-se participar de todas elas!!
É a "PROMOÇÃO "EU QUERO" +1 LIVRO NA ESTANTE"
Se liga aí nos livros que já temos....
Para participar basta entrar na aba "Promoções - Sorteie.me" ou acessar pelos links abaixo, sendo o maior próprio para tablets e smartphones.
"O GUARDIÃO" - NICHOLAS SPARKS - Editora Arqueiro
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"O SILÊNCIO DAS MONTANHAS" - KHALED ROSSEINI - Globo Livros
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http://bit.ly/ OSilenciodasMontanhas
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"OS IMPOSTORES" - Editora Arqueiro
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CASAGRANDE E SEUS DEMÔNIOS - CASA GRANDE & GILVAN RIBEIRO - Editora Globo Livros
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"A CASA ILUMINADA" - ALESSANDRO THOMÉ - Benvirá
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"INTERVENÇÃO" - ROBIN COOK - Editora Record do Grupo Editorial Record
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"SANGUE NO VERÃO" + "SANGUE NO INVERNO" - MONS KALLENTOFT - Benvirá
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"FIQUE COMIGO" - HARLAN COBEN - Editora Arqueiro
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"UMA PROVA DO CÉU" - DR. EBEN ALEXANDER III - Editora Sextante
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segunda-feira, 6 de maio de 2013
OPINIÃO DO LIVRO: "CASAGRANDE E SEUS DEMÔNIOS"
O livro "Casagrande e seus demônios" é corajoso, é triste e ao mesmo tempo é um exemplo de superação.
História como a de Casagrande que eu vi jogar no meu Flamengo, no Corinthians não é única, acontece em inúmeras outras famílias, de várias classes sociais, estados diferentes, em épocas diferentes, mas são anônimas de todos nós. Não viram livros, não chamam a atenção, não alertam. Passam como uma placa numa estrada.
Agora quando uma celebridade vive um grave problema e tem a coragem de expor seu drama e isso e vira um livro, não podemos simplesmente virar a página e seguir. Temos quase que uma obrigação de parar, repensar e de certa forma agradecer. Agradecer sim o exemplo de determinação que pode ajudar muito mais do que pensamos os anônimos que passam pelo mesmo drama e problema. Que não é fácil.
O drama relatado com o coração e coragem de Casagrande não deve misturar os canais. Antes de mais nada Casagrande é uma pessoa que por acaso ficou famosa. Ponto. Se você gosta ou não dele como jogador, como comentarista da Rede Globo não deveria ser fator de escolha para ler ou não o livro. Uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa.
Eu acho que livros assim como os de Casagrande podem servir de alerta. Tipo isso pode acontecer com qualquer pessoa. Até com o Casagrande. E veja como ele está agora. O valor desse livro passa longe de ser apenas mais um livro sobre a história de vida de uma celebridade. Existem histórias e histórias. Celebridades e celebridades.
O livro choca, emociona e expõe um grave problema que muitos preferem fechar os olhos ou virar a cara e fingir que não é com ele. Ledo engano.
Casagrande abre seu coração, sua alma sua vida.
Parabéns Casagrande e Gilvan Ribeiro que juntos fizeram da história de Casagrande um grande ensinamento.
História como a de Casagrande que eu vi jogar no meu Flamengo, no Corinthians não é única, acontece em inúmeras outras famílias, de várias classes sociais, estados diferentes, em épocas diferentes, mas são anônimas de todos nós. Não viram livros, não chamam a atenção, não alertam. Passam como uma placa numa estrada.
Agora quando uma celebridade vive um grave problema e tem a coragem de expor seu drama e isso e vira um livro, não podemos simplesmente virar a página e seguir. Temos quase que uma obrigação de parar, repensar e de certa forma agradecer. Agradecer sim o exemplo de determinação que pode ajudar muito mais do que pensamos os anônimos que passam pelo mesmo drama e problema. Que não é fácil.
O drama relatado com o coração e coragem de Casagrande não deve misturar os canais. Antes de mais nada Casagrande é uma pessoa que por acaso ficou famosa. Ponto. Se você gosta ou não dele como jogador, como comentarista da Rede Globo não deveria ser fator de escolha para ler ou não o livro. Uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa.
Eu acho que livros assim como os de Casagrande podem servir de alerta. Tipo isso pode acontecer com qualquer pessoa. Até com o Casagrande. E veja como ele está agora. O valor desse livro passa longe de ser apenas mais um livro sobre a história de vida de uma celebridade. Existem histórias e histórias. Celebridades e celebridades.
O livro choca, emociona e expõe um grave problema que muitos preferem fechar os olhos ou virar a cara e fingir que não é com ele. Ledo engano.
Casagrande abre seu coração, sua alma sua vida.
Parabéns Casagrande e Gilvan Ribeiro que juntos fizeram da história de Casagrande um grande ensinamento.
Classificação: ☻☻☻☻☺
☻ Péssimo ☻☻ Ruim ☻☻☻ Bom ☻☻☻☻ Muito Bom ☻☻☻☻☻ Ótimo
CASAGRANDE E SEUS DEMÔNIOS - CASAGRANDE & GILVAN RIBEIRO - GLOBO LIVROS - 242 páginas
quarta-feira, 1 de maio de 2013
OPINIÃO DO LIVRO: "A OUTRA FACE DO DESEJO"
Fazer uma resenha de um livro de uma pessoa amiga e querida é muito complicado. Mais ainda é aquela expectativa de será que eu vou gostar do livro? Tomara. A leitura se torna tensa em alguns casos. Vai que você não gosta do livro? Bem eu já adotei uma regra que eu assim que recebo o livro de um amigo já digo logo: Se eu não gostar não tem resenha. Preferi assim. Melhor para ambas as partes. E o meu não gostar ficará somente entre nós.
Então, Luis Eduardo Matta, pode relaxar. Se você chegou até aqui é porque deu tudo certo. (Smile).
Assim que soube que o livro tinha saído do forno e depois de fazer todo o trâmite da parceria, prometi, quase jurei que esse livro seria lido assim que ele aterrissasse aqui e não enrolaria como fiz com "O Véu" também publicado pela Primavera Editorial. Ah, eu adorei o livro.
Em seu novo thriller dessa vez com uma camada de romance e bem apimentada diga-se de passagem, Luis surpreende mais uma vez.
O gostoso desse livro é que ele se passa no Rio de Janeiro, ou seja, eu que moro por essas bandas consigo ter quase que uma cumplicidade com os fatos. A gente acaba se autotransportando para a cena e a impressão que dá é que estamos de olheiro, atrás das câmeras, como num filme.
Então, Luis Eduardo Matta, pode relaxar. Se você chegou até aqui é porque deu tudo certo. (Smile).
Assim que soube que o livro tinha saído do forno e depois de fazer todo o trâmite da parceria, prometi, quase jurei que esse livro seria lido assim que ele aterrissasse aqui e não enrolaria como fiz com "O Véu" também publicado pela Primavera Editorial. Ah, eu adorei o livro.
Em seu novo thriller dessa vez com uma camada de romance e bem apimentada diga-se de passagem, Luis surpreende mais uma vez.
O gostoso desse livro é que ele se passa no Rio de Janeiro, ou seja, eu que moro por essas bandas consigo ter quase que uma cumplicidade com os fatos. A gente acaba se autotransportando para a cena e a impressão que dá é que estamos de olheiro, atrás das câmeras, como num filme.
A trama do livro é fabulosa. Não se iluda achando que você vai matar a charada. Eu achei que já tinha matado ela em vários momentos do livro. E sempre de forma sutil a trama toma outro rumo e lá vai você achando que agora você descobriu tudo. Antes mesmo do autor. Ledo engano.
Aviso logo, desiste de tentar achar que você vai descobrir tudo. Não vai. Eu com meus anos de vários anos de experiência em leitura policial não consegui. É só uma brincadeirinha isso, tá? Imagina, se eu ainda fosse o Poirot...
Luis, o autor, me deixou muito injuriado em alguns momentos a ponto de em um deles não aguentar e mandar um SMS para ele perguntando o por quê? Por que ele tinha que fazer isso? Ele me tranquilizou dizendo que eu ia entender. Só que eu não queria. Ele não poderia ter feito isso. Mas fez.
Luis conseguiu me fazer odiar personagens, torcer por uns, por outros, e no final até perdoar quem eu odiei. Coisa doida essa relação autor, leitor e personagem.
A leitura das 433 páginas é rápida, pois o ritmo dos acontecimentos te conduzem para querer logo saber. As mudanças de cena são feitas na hora certa. Sem mais nem menos. E o que me chamou a atenção foram as cenas mais quentes que transformam o autor em PhD na literatura erótica.
Quando Luis fala que a criação de "A Outra Face do Desejo" teve como fonte principal de pesquisa o convívio com as pessoas o que lhe permitiu compreender ainda melhor o sentimento humano. E quando ele ainda diz que ficará feliz se souber que algum leitor teve alguma experiência parecida, pode comemorar Luis, pois em algumas passagens parecia que você estava falando de mim e de conversas que nós tivemos. Mas isso pode até vir a ser história de um outro livro. Não desse.
Leitura mais do que recomendada.
Classificação: ☻☻☻☻☻
☻ Péssimo ☻☻ Ruim ☻☻☻ Bom ☻☻☻☻ Muito Bom ☻☻☻☻☻ Ótimo
A OUTRA FACE DO DESEJO - LUIS EDUARDO MATTA - PRIMAVERA EDITORIAL - 433 páginas
terça-feira, 30 de abril de 2013
OPINIÃO DO LIVRO: "TEOREMA KATHERINE"
O Teorema Katherine é John Green, e então fantástico. Foi dose dupla de John (li antes o fantástico "A Culpa é das Estrelas").
O bom disso tudo é ver que a sintonia eu leitor x John Green está funcionando bem.
"O Teorema Katherine" é muito interessante e gostoso de ler. Ele conta a história de Colin que até hoje só tinha namorado meninas com o mesmo nome, se não fosse não rolava. E ao longo do livro, Colin vai testando sua "tese" e montando seu teorema matemático.
Depois de levar mais um pé na bunca, Collin resolve dar um tempo e cair na estrada. E então a história ganha corpo, ares engraçados, e matemáticos.
Vale ressaltar que as notas de rodapé são o toque de midas de John Green. Vale ressaltar também que essas notas de rodapé são a pitada final de sal para ficar tudo perfeito. Na verdade não seria uma pitada de sal, mas acho que você entendeu, né?
Tá bem, as notas de rodapé são parte fundamentais da leitura que se não fossem nesse formato não teriam essa magia. É quase que um outro diálogo de John Green com o leitor.
Mesmo que você não seja um Ph.D em matemática, não tenha tanta simpatia por matemática você vai gostar do livro e quem sabe até passar a gostar mais da matéria e ainda corre o risco de querer criar o seu próprio teorema.
Classificação: ☻☻☻☻☻
☻ Péssimo ☻☻ Ruim ☻☻☻ Bom ☻☻☻☻ Muito Bom ☻☻☻☻☻ Ótimo
O TEOREMA KATHERINE - JOHN GREEN - EDITORA INTRÍNSECA - 299 páginas
OPINIÃO DO LIVRO: "EXTRAORDINÁRIO"
Uau! É a segunda resenha por coincidência da Intrínseca que começo com um "Uau", mas para sair da mesmice então poderia dizer que "Extraordinário" é EXTRAORDINÁRIO!
Que livro é esse? Eu pelo menos não consegui parar de ler. E nem estamos falando de um livro com ação, suspense, crimes, perseguições, assassinatos, quem matou, quem morreu.
R.J Palacio nos brinda com uma obra-prima e logo no seu primeiro livro.
Não tem como não se apaixonar por August (ou Auggie) Pullman. E nem é pelo fato de ter nascido com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, tipo o Homem Elefante. A paixão vai vir da pureza de Auggie. Da sua luta por provar que apesar de tudo ele é normal. Ele tem sentimentos, ele ri, ele chora, ele pode se apaixonar, ele é corpo e alma.
A narrativa sob a perspectiva de Auggie é o grande lance do livro. Há também a parte da narrativa feita por amigos e familiares o que nos dá também uma visão mais precisa do que é ter um filho assim, um amigo assim.
Parece que entramos dentro da mente de Auggie e conseguimos enxergar como ele e com ele. E com isso conseguimos sentir mais de perto todas as emoções, conquistas, medos e prazeres.
O livro é comovente, apaixonante, edificante e uma lição de vida e superação.
Imperdível a leitura.
Classificação: ☻☻☻☻☻
☻ Péssimo ☻☻ Ruim ☻☻☻ Bom ☻☻☻☻ Muito Bom ☻☻☻☻☻ Ótimo
EXTRAORDINÁRIO - R.J. PALACIO - EDITORA INTRÍNSECA - 313 páginas
segunda-feira, 29 de abril de 2013
OPINIÃO DO LIVRO: "A CULPA É DAS ESTRELAS"
Uau! Estranho começar uma resenha falando "Uau", mas sabe quando você acaba de ler um livro e fica tonto, meio desnorteado como se tivesse sido atropelado por uma carreta carregada de barras de ferro? É mais ou menos assim que me sinto. Atropelado.
John Green nos brinda com uma história que vai te atropelar literalmente. Você no decorrer da leitura vai rir, vai chorar e vai se emocionar ao extremo.
Talvez se esse livro tivesse sido publicado anos atrás eu talvez não teria tido coragem de ler por ter passado por um câncer na família o que tornaria a leitura mais difícil justamente por trazer passagens, lembranças de uma luta complicada contra uma doença que é o mal do século.
O livro é fantástico. A maneira como o autor, John Green, expõe a doença, o diagnóstico, a esperança de cura, a desesperança, as questões do e agora?, o que esperar da vida, a luta, ainda mais quando se trata de adolescentes na plenitude da vida se deparando com esse monstro gigante, faz de "A cura é das estrelas" um livro especial. Especial em todos os sentidos.
A história de Hazel e Augustus Waters é encantadora, linda, triste, alegre, comovente. Acompanhar o desabrochar do amor de dois adolescentes pacientes terminais que mesmo assim vivem intensamente seus momentos tentando preencher espaços que talvez nunca fossem ser preenchidos e se lançam de cabeça vivendo seus dias com a maior das intensidades.
São apenas, e apenas mesmo, 283 páginas, pois você no fundo com certeza iria querer mais. É um livro imperdível!
John Green nos brinda com uma história que vai te atropelar literalmente. Você no decorrer da leitura vai rir, vai chorar e vai se emocionar ao extremo.
Talvez se esse livro tivesse sido publicado anos atrás eu talvez não teria tido coragem de ler por ter passado por um câncer na família o que tornaria a leitura mais difícil justamente por trazer passagens, lembranças de uma luta complicada contra uma doença que é o mal do século.
O livro é fantástico. A maneira como o autor, John Green, expõe a doença, o diagnóstico, a esperança de cura, a desesperança, as questões do e agora?, o que esperar da vida, a luta, ainda mais quando se trata de adolescentes na plenitude da vida se deparando com esse monstro gigante, faz de "A cura é das estrelas" um livro especial. Especial em todos os sentidos.
A história de Hazel e Augustus Waters é encantadora, linda, triste, alegre, comovente. Acompanhar o desabrochar do amor de dois adolescentes pacientes terminais que mesmo assim vivem intensamente seus momentos tentando preencher espaços que talvez nunca fossem ser preenchidos e se lançam de cabeça vivendo seus dias com a maior das intensidades.
São apenas, e apenas mesmo, 283 páginas, pois você no fundo com certeza iria querer mais. É um livro imperdível!
Classificação: ☻☻☻☻☻
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A CULPA É DAS ESTRELAS - JOHN GREEN - EDITORA INTRÍNSECA - 283 páginas
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